O pai biológico do meu filho é o cunhado da pessoa que amo. Eu, ele e nossas famílias conseguiremos lidar com esse fato? Devo esconder esse fato até o fim? Casados por amor, mas as relações humanas distorcidas levam todos à confusão e ao conflito. Conseguiremos realmente nos tornar uma nova família? Há uma mulher que se tornou mãe solteira devido à traição de um homem e viveu uma vida como uma erva daninha. E há uma mulher que vive feliz como uma princesa depois de se casar com esse homem. Duas mulheres que já foram amigas. No momento em que o passado é revelado, a vida das duas mulheres e de seus arredores começa a se agitar. A mulher como erva daninha encontra um novo amor e caminha para o casamento, mas a sombra do passado as incomoda. Ela queria ser honesta, mas no momento em que a verdade vem à tona, ela teme a tempestade que cairá sobre ela e seus arredores. Por isso, ela decidiu fechar aquela caixa com firmeza, mas a verdade sempre encontra seu caminho. Para ser feliz, é aceitável esconder a verdade daqueles que amamos? É aceitável fingir que não se sabe o passado? O jogo da verdade da mulher como erva daninha, que está em conflito diante de um novo amor. A mulher como princesa, diante da verdade devastadora, percebe que tudo o que ela possuía, no final, não lhe pertencia. A riqueza obtida graças aos pais, e descobre-se que o marido amava não a ela, mas sua própria casca. Uma vida em que ela deu tudo ao marido, acreditando firmemente que era amor. A catástrofe vivida pela mulher como princesa quando o mundo em que ela vivia na ilusão se veste com as roupas da verdade. A dor do crescimento que supera essa catástrofe. Através do encontro fatídico de duas mulheres, queremos mostrar que o importante é a verdade profunda do ser humano, e que o passado não é algo a ser apagado e esquecido, mas algo a ser superado.