Nos últimos anos do reinado de Yeongjo, o pai de Hong Guk-yeong (Shin Yeong-gyun) é acusado de traição, o que arruína sua família e fecha seu caminho para uma carreira oficial. Guk-yeong passa seus dias bebendo, frequentando mulheres e jogando como um malandro de rua, sendo desprezado pelas pessoas. Após grandes dificuldades, Guk-yeong passa brilhantemente o exame real. Ele se torna o tutor do Príncipe Herdeiro, que mais tarde se tornará o Rei Jeongjo, e ganha sua profunda confiança. Uma vez que o Príncipe Herdeiro ascende ao trono, Guk-yeong se torna a pessoa mais poderosa e leva sua irmã para o harém de Jeongjo. Os antigos ministros, descontentes com a influência de Guk-yeong, conspiram para derrubá-lo. Enquanto Guk-yeong vai buscar o Príncipe Herdeiro, que mais tarde se tornará o Rei Cheoljong, eles o acusam de traição. Por isso, Guk-yeong é acusado de traição e exilado para Gangneung. No entanto, os antigos ministros não se satisfazem e pedem sua execução. No dia do aniversário da Rainha Mãe, Il-seon (일선), uma cortesã convidada de fora do palácio, tira uma carta antes de tocar o gayageum e a entrega ao Rei. Esta carta, escrita pelo Rei para Guk-yeong antes de sua coroação, prometia não puni-lo, a menos que ele levantasse tropas para conspirar. Lembrado da antiga promessa, o Rei, a quem Il-seon revela todas as conspirações contra Guk-yeong, o poupa do exílio. Ao retornar, o Rei oferece a Guk-yeong o cargo de Primeiro Ministro (Yeonguijeong), mas Guk-yeong, sentindo a vaidade da política, decide se retirar para o campo com Il-seon.