Antes que as palavras 'lésbica' e 'transgênero' chegassem à Coreia, Lee Muk (nascida em 1945) viveu toda a sua vida como uma 'mulher que usa calças' (baji-ssi). Ela viveu em Seul com o nome de Kim Seung-woo e em sua cidade natal, Yeosu, como alguém que amou uma mulher chamada Lee Muk. Ela amou e deixou ir inúmeras mulheres, mas aos olhos do mundo, ela era apenas uma existência inquieta. Enquanto isso, em 2017, nas praças da Coreia do Sul, a bandeira arco-íris tremula em apoio aos direitos das minorias sexuais, mas as vozes de ódio que visam apagar a existência das minorias sexuais também estão se tornando cada vez mais altas…