“Se quiser morrer, morra onde eu não possa ver…” Seo-jun, um guarda de prisão frio e racional. No entanto, seu cotidiano, marcado pela incapacidade de esquecer sua falecida esposa, é infinitamente silencioso. Um dia, “Eun-ha”, acusada de assassinato, é internada na prisão. Ela é a suspeita de um caso em que ameaçou o dono do restaurante onde trabalhava, o que acabou levando ao assassinato. Durante a tentativa de conter a confusão de Eun-ha com outras detentas, ela sofre um aborto espontâneo, e Seo-jun começa a se interessar por ela. Eun-ha, nascida de pais norte-coreanos que fugiram para a China. Após perder seus pais em um acidente de carro, ela vagou pela China e pelo Sudeste Asiático antes de chegar à Coreia, mas não obteve a nacionalidade e viveu de um lugar para outro antes de ser acusada de assassinato. Eun-ha, sem vontade de viver, não diz uma palavra diante do promotor ou de seu advogado de ofício. Seo-jun, observando Eun-ha, começa a se comover com sua profunda tristeza, e finalmente ambos reconhecem seus sentimentos um pelo outro. O ambiente começa a se agitar ao observar o casal, e a realidade dela se torna ainda mais desoladora…