Jae-heon e Seo-yeon, um casal de namorados com deficiência, amam-se normalmente e sonham com um casamento natural. Durante a cuidadosa proposta de Jae-heon no parque, a resposta de Seo-yeon não é um acordo, mas um cálculo. No momento de escolher o casamento, eles enfrentam não o problema do amor entre eles, mas o problema do sistema, as preocupações da família e o olhar da sociedade. A mãe de Seo-yeon se opõe ao casamento por razões realistas como "o casamento pode reduzir os benefícios de subsistência e fazer com que percam a elegibilidade para moradias alugadas", enquanto colegas de trabalho espalham preconceitos através de fofocas. O pai de Jae-heon aceita o casamento, mas lhe entrega um envelope com dinheiro dizendo: "Não conte aos outros membros da família" antes de sair friamente pela porta da frente. Ninguém proíbe o amor deles, mas todos dizem: "É melhor que vocês não se casem". Seo-yeon e Jae-heon hesitam diante do formulário de registro de casamento. Não por falta de amor, mas porque as desvantagens a serem suportadas ao escolher o amor eram claras. Finalmente, Seo-yeon rasga o formulário de registro de casamento. Jae-heon, sob a luz piscante em seu quarto, tenta laboriosamente colar o formulário rasgado. Sem desistir do casamento nem escolhê-lo plenamente, eles se perguntam: "Nossa decisão de viver juntos é algo que não deveria ser celebrado?"