Em 4 de setembro de 1985, durante a ditadura militar que censurava até o fôlego dos cidadãos, Kim Jong-tae, um ativista pela democratização, é detido pela polícia a caminho de casa após ir ao banho com sua família. Como ele já havia sido convocado pela polícia com frequência antes, pensou que não seria nada sério, mas é arrastado para algum lugar por homens desconhecidos. Com os olhos vendados, ele chega à delegacia de contrainteligência de Namyeongdong. Era uma sala de tortura onde as autoridades de segurança da polícia realizavam as chamadas "obras" sob o pretexto de "expulsar comunistas". A partir daquele dia, Kim Jong-tae é forçado a rolar no chão estreito e escuro de cimento sob várias torturas, e é coagido a assinar declarações falsas. Kim Jong-tae se recusa a ceder aos investigadores que praticam torturas cruéis sem remorso e se recusa a testemunhar. No entanto, com a aparição de Lee Doo-han, um especialista em tortura conhecido como "o agente funerário", começam 22 dias cruéis que mudarão sua vida por completo.