Bae Tae-ok foi uma patriota coreana que resistiu à ocupação japonesa. Após a libertação, seu marido a submeteu a uma lavagem cerebral para que ela aceitasse a filosofia comunista. Durante a Guerra da Coreia, ela foi nomeada para liderar a Liga das Mulheres pelo Comunismo, mas posteriormente foi presa por suas atividades anticapitalistas e julgada por traição.