Nos anos 1950, uma elite parisiense liderada pelo cineasta experimental Chris Marker e pelo documentarista Claude Lanzmann visita a Coreia do Norte, uma nação recém-formada. Este é o país comunista onde a avó da cineasta Heline Lee havia jurado lealdade durante a Guerra da Coreia. O filme explora a identidade transnacional e sua ruptura sob múltiplas perspectivas através do encontro do cine-romance e do filme de ensaio diaspórico.