De 1948 a 1954, durante sete anos e sete meses, a ilha de Jeju foi uma ilha da morte. O exército e a polícia da República da Coreia, sob o pretexto de erradicar guerrilheiros comunistas, massacraram mais de 30.000 habitantes da ilha e incendiaram suas casas. Uma parte considerável das vítimas do massacre de Jeju 4.3 foram mulheres, mas os danos que elas sofreram não foram conhecidos por muito tempo. Este documentário segue o caminho de um dedicado pesquisador do massacre de Jeju 4.3, trazendo à luz as experiências das mulheres de Jeju, seladas na escuridão, suas vozes imersas no silêncio.