Como podemos escavar e reescrever as histórias de seres fantasmagóricos, entrelaçados em lugares banidos de nossos sentidos? Para fazer isso, peneiramos os destroços da história, coletando e conectando escrupulosamente histórias, enquanto distorcemos o tempo como um botânico no asfalto, como botânicos deslocados, torcendo o tempo de um jardim sorridente em um passeio para relembrar – para abraçar a afinidade reprimida e estranha.