a é um perdedor. Um dia, a recebe uma carta de sua amada desaparecida z. Ela também era uma perdedora sem nome. a segue as memórias com z. Ele avança. E em um momento inesperado, ele realmente encontra z. a viajou para o passado? Não. Uma memória? Não. Um cadáver em decomposição? Não. z, que havia desaparecido e pensava-se ser apenas uma memória do passado, apareceu do futuro. a encontrou z em um instante. Então, o que chamamos de futuro, senão um passado esquecido e de partir o coração? Onde mais o segredo do tempo está escondido, senão em um momento de quietude condensada?